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Potencialidades
de la praxis de la Economía Solidária.
ARRUDA, Marcos
"La
Economía Solidaria debe explorar las contradicciones del sistema del capital
mundial, y también las suyas, con el propósito de antever tendencias
de largo plazo, entendiendo que no parece haber una sola salida ni solución,
sino varias. Los valores característicos de la Economía Solidaria
que son la propiedad y la gestión basadas en el aporte de trabajo y no
en el capital, la responsabilidad compartida, el pluralismo, la solidaridad y
la harmonía con medio natural son, por lo tanto, fundamentales para la
superación de la crisis."
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Superação
da pobreza: o desenvolvimento local como estratégia na busca da sustentabilidade.
FERRARINI, Adriane Vieira
"O
descompasso entre crescimento econômico e desenvolvimento social gera o
aumento da pobreza e mobiliza todos os setores da sociedade na busca de alternativas
para combatê-la. Dada a dimensão estrutural e multidimensional da
pobreza no Brasil, tais esforços têm possibilitado melhora expressiva
nos indicadores sociais, mas ainda predominam ações fragmentadas,
compensatórias e insuficientes. Neste trabalho, sugere-se pensar ações
de superação da pobreza como ações de desenvolvimento
capazes de promover auto-sustentação e autonomia da população
excluída. O desenvolvimento local integrado e sustentável é
apresentado como uma estratégia a ser utilizada em programas e políticas
setoriais em contextos de pobreza, pois possibilita a ativação de
potencialidades locais, a participação da população
como co-gestora através do uso de metodologias participativas e a articulação
de ações multidimensionais no território."
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Clube
de trocas com moeda social: Uma alternativa para construir relações
solidárias e estimular o fluxo econômico local em comunidades de
baixa renda.
FERRARINI, Adriane Vieira
"O
artigo retrata uma experiência-piloto de implementação de
clube de troca com moeda social no bairro Guajuviras, em Canoas, no Estado do
Rio Grande de Sul - Brasil. O clube de troca é um instrumento capaz de
fortalecer o desenvolvimento local em comunidades de baixa renda através
da construção de relações solidárias e do estímulo
do fluxo econômico local. A experiência é produto de um trabalho
conjunto entre órgãos do Governo do Estado, a Sociedade Alemã
de Cooperação Técnica (GTZ), organizações não-governamentais,
prefeituras e lideranças comunitárias, constituindo-se num marco
de referência. Ao longo de dois anos, vem demonstrando a importância
de aliar a dimensão econômica à social, política e
humana, na perspectiva de um desenvolvimento integrado e socialmente justo."
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Governar-se
para quê? As práticas de gestão dos empreendimentos econômicos
solidários: o caso da Cadeia Produtiva de Algodão Ecológico
Justa Trama (Dissertação
de Mestrado)
LACERDA, Luiz Felipe Barbosa
"A
reflexão acerca das inúmeras configurações do trabalho
na contemporaneidade é fundamental para a compreensão de nossa sociedade.
Na contramão da lógica vigente onde a otimização do
tempo e a maximização dos lucros são princípios imperativos,
a Economia Solidária propõe formas diferenciadas de organização
social, comunitária e laboral. Entre os mais de 20.000 empreendimentos
de Economia Solidária mapeados em todo o Brasil, pelo Ministério
de Trabalho, em 2007, somam-se histórias de valorização das
culturas locais, diminuição das desigualdades sociais, resgate da
cidadania e do protagonismo comunitário. Este trabalho, ao estudar um destes
casos específicos, dissertação propõe uma análise
detalhada de como vem se desenvolvendo o projeto de constituição
de uma Cadeia Produtiva e Solidária chamada Justa Trama. A Justa Trama
é a Cadeia Produtiva e Solidária de Algodão Ecológico,
sendo sua estrutura composta por seis empreendimentos localizados em seis estados
do país (RS, SC, PR, SP, CE e RO) Compreende desde o processo de plantação
e colheita do algodão ecológico, passando pelo processo de fiação
e tecelagem, até a confecção de roupas totalmente naturais.
O objetivo desta dissertação é analisar a Justa Trama sob
três aspectos: desenvolvimento local, gestãoDesenvolvimento Local,
gestão da Cadeia Produtiva como um todo e o processo de subjetividade dos
trabalhadores, e assim perceber como suas experiências propiciam alternativas
objetivas e subjetivas frente à lógica vigente de relações
e produção na esfera do trabalho. Metodologicamente, constituise
de um estudo de caso, cujos dados foram coletados através de entrevistas
semiestruturadas, observações de campo e preenchimento de diário
de campo. Os resultados apontam para a significativa contribuição
e potencialidade dessa experiência na busca de processos alternativos que
valorizem o trabalhador como protagonista da construção de novos
parâmetros produtivos e relacionais no mundo do trabalho."
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A
psicologia na transição paradigmática: um estudo sobre o
trabalho na Economia Solidária (Tese de Doutorado)
VERONESE,
Marília Veríssimo
"A
tese discute o trabalho na perspectiva da economia solidária, analisando
as superações paradigmáticas que o campo propõe, as
vivências dos trabalhadores e trabalhadoras dos empreendimentos solidários,
a questão da subjetividade na contemporaneidade e da subjetividade ligada
aos processos laborais. Seus principais articuladores teóricos são
Boaventura de Souza Santos, com a proposição da ciência pós-moderna,
a transição paradigmática nas dimensões societal e
epistemológica, os conceitos sobre a subjetividade, a heterotopia, a sociologia
das ausências e das emergências, o campo do trabalho solidário,
a necessidade de construir a psicologia como uma teoria crítica, tendo
no topoi da emancipação horizonte importante; Fernando Gonzalez
Rey e Felix Guattari, com as teorizações acerca da subjetividade,
respectivamente compreendida como processo de produção simbólica
de sentidos e produção coletiva, histórica e social que assume
uma forma serializada na contemporaneidade capitalista; David Harvey, com as transformações
do mundo contemporâneo e do trabalho; Zygmunt Bauman, com a noção
de labirinto para representar o contemporâneo; Paul Singer, José
Luiz Coraggio e Luiz Inácio Gaiger, com a história e a atualidade
do campo da economia solidária; Euclides Mance, com a idéia de redes
solidárias. Os resultados apontam para as grandes dificuldades encontradas
pelos sujeitos que trabalham no empreendimento solidário. Embora identificados
com formas alternativas de viver e trabalhar, percebem o processo de apropriação
da autogestão como acima de suas forças; desejam diferenciar-se
dos modos de gestão capitalista, mas experimentam a tentativa como um labirinto
no qual se sentem desamparados e despreparados, autodepreciando-se e culpabilizando-se
pelas dificuldades. Os modos de produção de poder são vivenciados
como fixadores de fronteiras. Contudo, vislumbram possibilidades de recomeçar,
mostrando que o campo apresenta potencialidade emancipatória, em que o
coletivo permite a singularização de cada sujeito, que a partir
dele se constitui, emergindo da prática concreta e inserindo-se na transição
paradigmática. Mostra-se igualmente importante a participação
da psicologia no campo, contribuindo no processo coletivo de apropriação
dos modos de trabalhar solidários."
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Uma
andorinha sozinha não faz verão: relações de solidariedade
promotoras da liderança solidária compartilhada (Dissertação
de Mestrado)
SCHOLZ, Robinson Henrique
"A
economia solidária está inserida no sistema econômico dominante,
ao mesmo tempo em que questiona seus pressupostos e práticas. Esta dissertação
tem como tema central a questão da liderança no contexto da economia
solidária, buscando uma compreensão do fenômeno por meio de
um estudo de casos múltiplos, realizado junto a três empreendimentos
econômicos solidários em três segmentos de atuação
diferenciados na cidade de São Leopoldo/RS. Os conceitos de economia solidária
e de liderança são abordados na pesquisa sob a perspectiva sociológica,
e os dados foram coletados com base na observação, análise
de corpus documental e entrevistas semiestruturadas. Para a análise dos
dados foi utilizada a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). As
conclusões apontam para a complexidade e as contradições
das lógicas de solidariedade existentes entre os atores sociais e a sua
importância no contexto dos empreendimentos, intentando o fortalecimento
das permutas sociais com vistas ao crescimento do indivíduo por meio da
aprendizagem coletiva
e cooperativa, possibilitando a prática da liderança solidária
compartilhada."
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A
ativação econômica dos pobres como via de combate às
desigualdades.
GAIGER, Luiz Inácio
"Essa
comunicação retoma o debate sobre as vias de resolução
das desigualdades. Sustenta que as iniciativas com essa finalidade necessitam
conter medidas redistributivas da renda e visar à ativação
econômica dos setores empobrecidos, por ser a forma mais indicada para gerar
efeitos benéficos sobre a eqüidade e sobre o desenvolvimento social
e econômico. Buscando confrontar essa linha de entendimento com seus intentos
de implantação, o trabalho apóia-se em bibliografia e em
dados recenseados para examinar questões suscitadas em torno de dois modelos
de ação, distintos entre si como propostas de intervenção,
mas ambos direcionados à ativação das capacidades produtivas
dos setores economicamente desfavorecidos. De um lado, os programas convencionais
de apoio ao empreendedorismo de pequeno porte, direcionados ao desenvolvimento
de competências individuais, no contexto de pequenos negócios. De
outro lado, a via mais recente representada pela economia solidária, com
o surgimento de empreendimentos associativos e dos respectivos programas de apoio,
identificados com a metodologia das tecnologias sociais."
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Límites y posibilidades de alianzas progresivas en Rosário: las
relaciones entre movimientos sociales, organizaciones de la sociedad civil y poder
local en el espacio público y político municipal.
SCHÜTTZ, Gabriela D'Ávila
"Este trabajo focaliza las relaciones de carácter político,
establecidas entre representantes de diferentes sectores de la sociedad, con el
objetivo común de transformarla. Se trata de identificar, describir y analizar
los diferentes tipos de relaciones entre movimientos sociales, organizaciones
de la sociedad civil y poder local en el espacio público y político
municipal, considerando sus limites y posibilidades, en lo que se refiere a la
idea de un colectivo potente conformado a partir de Alianzas Progresivas. Es decir,
alianzas entre diferentes sectores de la sociedad que en conjunto establezcan
un proyecto político consensuado de transformación en el orden social
establecido, basado en el desarrollo local desde la perspectiva de la economía
social. Se espera, a partir del análisis de las actuales relaciones políticas
entre estos actores, identificar los límites y posibilidades del desarrollo
de relaciones del tipo Alianzas Progresivas en la Ciudad de Rosario.
Argentina.
"
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De
Rochdale à Catende: le solidarisme économique des travailleurs dans
différents contextes et selon différents concepts
GAIGER, Luiz
Inácio.
"Pendant 62 ans, les Équitables Pionniers de Rochdale ont su conjuguer
leurs principes et la faisabilité économique de leur organisation
coopérative, dont le nombre d'associés s'élévait à
dix mille dans sa période dorée. Il y a deux ans, le Conseil Wallon
de l'Économie Sociale, berceau d'une conception adoptée en Belgique,
en Espagne et au Québec, a célébré son 25e anniversaire,
en insistant toujours sur le caractère non capitaliste de ses organisations,
la valeur de l'éthique dans la conduite des affaires économiques
et l'irréductibilité de l'économie à la logique et
aux entreprises de marché. Au Nord, activistes et chercheurs soulignent
l'élan solidaire de l'économie sociale dans la période qui
a suivi les années 80, en mettant l'accent sur son essor de réciprocité,
sa tendance à la création démocratique d'espaces publics
autonomes et sa présence au sein des débats portant sur les enjeux
de société, et ce à l'échelle nationale et mondiale."
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Teoría
y practicas de la socioeconomia de la solidariedad. Alternativas a la globalización
capitalista
ARAGONE, Pablo A. Guerra
"¿Cómo
explicar, en los actuales mercados, que una empresa rechace una propuesta concreta
para multiplicar su producción y sus correspondientes ingresos en el corto
plazo? ¿Cómo explicar, de acuerdo a las actuales lógicas
imperantes, que decenas de miles de ciudadanos de un país decidan organizarse
comunitariamente, aportando cada uno de acuerdo a sus posibilidades y recibiendo
de acuerdo a sus necesidades, sin que medie el principio de distribución
de acuerdo a la productividad de los factores? ¿Qué explicación
lógica tendríamos para el trabajo desinteresado de millones de jóvenes
y adultos, en el marco de una cultura que privilegia la satisfacción individual
de las necesidades? ¿Es razonable acaso, que los consumidores se unan para
pagar algunos productos por encima del precio de mercado, a cambio de ciertas
condiciones que dudosamente les beneficiarían directamente? ¿Es
razonable que algunas personas inviertan su dinero en bancos alternativos con
menores tasas de interés? ¿Cómo es posible que los sectores
más postergados del país con la mayor inequidad en la distribución
de los ingresos en el mundo (Brasil), se organicen para obtener tierras y hacerlas
producir?. ¿Es lógico, de acuerdo a los preceptos más divulgados
en la materia, que una unidad económica ponga frenos a su crecimiento,
atentando contra la manida maximización de las ganancias?. En fin, ¿cómo
podemos dar cuenta de innumerables experiencias de economías alternativas
y solidarias, en un mundo globalizado que parece cada día exacerbar más
los valores egoístas y de competitividad desenfrenada, sin caer en la tentación
de tildarlas como irracionales?"
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A
economia solidária e a redução das desigualdes
ASSEBURG,
Hans & GAIGER, Luiz Inácio
"A economia solidária
tem sido apontada como uma alternativa inovadora e eficaz de criação
de postos de trabalho, geração de renda e combate à pobreza.
Esse entendimento justifica a ação de inúmeras entidades
sociais e a multiplicação acelerada de políticas públicas
de apoio, da esfera municipal à federal, a exemplo dos programas de incubação
de empreendimentos. Este trabalho objetiva agregar elementos que fundamentem essa
expectativa, através do exame de evidências empíricas colhidas
em duas pesquisas sucessivas, realizadas sobre experiências exemplares da
economia solidária. Ao avaliar aqueles indicadores relacionados à
redução das desigualdades, faz um balanço dos benefícios
trazidos pelos empreendimentos solidários, bem como de suas dificuldades
e limites, no sentido de melhorar e equiparar as condições de vida
dos seus integrantes. Cotejando tais conclusões com outros estudos empíricos
e com o debate teórico e político sobre a natureza e as raízes
das desigualdades, procura dimensionar as virtudes da economia solidária,
em particular devido ao protagonismo econômico e social que propicia aos
trabalhadores, para que a sorte dos mesmos escape ao círculo de privação,
subalternidade e esquecimento que lhes reserva a ordem social dominante."
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Inovação Tecnológica em Empreendimentos Autogestionários:
Utopia ou Possibilidade?
AZEVEDO, Alessandra
"Este artigo
busca debater a possibilidade dos empreendimentos autogestionários utilizarem
estratégias de inovação tecnológica para enfrentar
o acirramento de concorrência. A associação entre inovação
tecnológica e autogestão ainda é um tema recente no Brasil.
Esse universo de empresas enfrenta muitos desafios: 1) tiveram sua origem na falência
de empresas "tradicionais" herdando dívidas, 2) não existia
uma cultura de estímulo a inovação; 3) falta de recursos
para investimentos em pesquisa nem para modernização da linha de
produção. Além desses desafios estas empresas ainda precisam
implantar a autogestão internamente, baseada nos princípios do cooperativismo
e externamente "jogar" o jogo do capitalismo, buscando de maneira ética
ser competitivo."
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Moeda social e a circulação das riquezas na economia solidária.
BÚRIGO, Fábio Luiz
"O intuito do presente
artigo é discutir o ressurgimento do debate e do uso alternativo da moeda.
Inicialmente procura-se resgatar brevemente o papel do dinheiro e do sistema monetário
único na sociedade capitalista. O tópico seguinte destaca experiências
de criação de instrumentos monetários alternativos, sendo
complementado com o relato sobre as moedas paralelas, uma vez que elas se constituem
num fenômeno bastante comum, mesmo nos dias atuais. Dar-se-á especial
destaque, na última parte, aos clubes de troca da Argentina, que vem empregando
a chamada "moeda social"."
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Economia Popular Solidária: uma alternativa à
crise do mercado de trabalho brasileiro nos anos 90
BARCELLOS, Ana Paula
"Esta pesquisa teve como objetivo geral, a verificação
da Economia Popular e Solidária como uma possível alternativa à
crise do mercado de trabalho brasileiro nos anos 90. Sendo assim, procurou-se
descrever os principais conteúdos que descrevem o mercado de trabalho contemporâneo,
dando uma maior enfoque ao brasileiro, mostrando suas mudanças quanto às
relações de trabalho. Após compreendido este tema, passou-se
a analisar a Economia Popular e Solidária, e sua atuação
que vai além da geração de emprego e renda. A pesquisa foi
do tipo descritivo-analítica, sendo que os dados foram coletados por meio
de pesquisa bibliográfica e analisadas de forma documental. Apesar da crise
do mercado de trabalho apresentar um quadro de complexo enfrentamento e dos desafios
enfrentados pela EPS não serem poucos, pôde-se concluir que esta
economia pode ser considerada como uma alternativa aos trabalhadores excluídos,
desde que estes desfrutem de uma ideologia de vida que permeie a colaboração,
a cooperação e a solidariedade.
(Monografia submetida ao Departamento
de Ciências Econômicas para obtenção do título
de Bacharel em Ciências Econômicas)"
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Problematizando la economía solidaria y la globalización
alternativa
CORAGGIO, José Luis
"En un espacio tan
limitado como el de esta ponencia, parece más importante problematizar
que asentir, sobre todo cuando hay una base de acuerdos tan fuertes como los que
creemos tener. Enfatizar los matices puede ayudar a precisar o explicitar y fortalecer
las bases de tal acuerdo global por otra economía y otra sociedad. Vamos,
entonces, a problematizar fraternalmente.
Dado que pueden haberse perdido
en intercambio previos, comenzamos retomando las notas (revisadas y ampliadas)
que fueran presentadas cuando se nos invitó a participar del taller "La
economía solidaria: hacia un modelo renovado de desarrollo".
En
un espacio tan limitado como el de esta ponencia, parece más importante
problematizar que asentir, sobre todo cuando hay una base de acuerdos tan fuertes
como los que creemos tener. Enfatizar los matices puede ayudar a precisar o explicitar
y fortalecer las bases de tal acuerdo global por otra economía y otra sociedad.
Vamos, entonces, a problematizar fraternalmente.
Dado que pueden haberse perdido
en intercambio previos, comenzamos retomando las notas (revisadas y ampliadas)
que fueran presentadas cuando se nos invitó a participar del taller "La
economía solidaria: hacia un modelo renovado de desarrollo"."
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