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Superação
da pobreza: o desenvolvimento local como estratégia na busca da sustentabilidade.
FERRARINI, Adriane Vieira
O descompasso
entre crescimento econômico e desenvolvimento social gera o aumento da pobreza
e mobiliza todos os setores da sociedade na busca de alternativas para combatê-la.
Dada a dimensão estrutural e multidimensional da pobreza no Brasil, tais
esforços têm possibilitado melhora expressiva nos indicadores sociais,
mas ainda predominam ações fragmentadas, compensatórias e
insuficientes. Neste trabalho, sugere-se pensar ações de superação
da pobreza como ações de desenvolvimento capazes de promover auto-sustentação
e autonomia da população excluída. O desenvolvimento local
integrado e sustentável é apresentado como uma estratégia
a ser utilizada em programas e políticas setoriais em contextos de pobreza,
pois possibilita a ativação de potencialidades locais, a participação
da população como co-gestora através do uso de metodologias
participativas e a articulação de ações multidimensionais
no território.
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Clube
de trocas com moeda social: Uma alternativa para construir relações
solidárias e estimular o fluxo econômico local em comunidades de
baixa renda.
FERRARINI, Adriane Vieira
O artigo
retrata uma experiência-piloto de implementação de clube de
troca com moeda social no bairro Guajuviras, em Canoas, no Estado do Rio Grande
de Sul - Brasil. O clube de troca é um instrumento capaz de fortalecer
o desenvolvimento local em comunidades de baixa renda através da construção
de relações solidárias e do estímulo do fluxo econômico
local. A experiência é produto de um trabalho conjunto entre órgãos
do Governo do Estado, a Sociedade Alemã de Cooperação Técnica
(GTZ), organizações não-governamentais, prefeituras e lideranças
comunitárias, constituindo-se num marco de referência. Ao longo de
dois anos, vem demonstrando a importância de aliar a dimensão econômica
à social, política e humana, na perspectiva de um desenvolvimento
integrado e socialmente justo.
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Governar-se
para quê? As práticas de gestão dos empreendimentos econômicos
solidários: o caso da Cadeia Produtiva de Algodão Ecológico
Justa Trama
(Dissertação de Mestrado)
LACERDA, Luiz Felipe Barbosa
A
reflexão acerca das inúmeras configurações do trabalho
na contemporaneidade é fundamental para a compreensão de nossa sociedade.
Na contramão da lógica vigente onde a otimização do
tempo e a maximização dos lucros são princípios imperativos,
a Economia Solidária propõe formas diferenciadas de organização
social, comunitária e laboral. Entre os mais de 20.000 empreendimentos
de Economia Solidária mapeados em todo o Brasil, pelo Ministério
de Trabalho, em 2007, somam-se histórias de valorização das
culturas locais, diminuição das desigualdades sociais, resgate da
cidadania e do protagonismo comunitário. Este trabalho, ao estudar um destes
casos específicos, dissertação propõe uma análise
detalhada de como vem se desenvolvendo o projeto de constituição
de uma Cadeia Produtiva e Solidária chamada Justa Trama. A Justa Trama
é a Cadeia Produtiva e Solidária de Algodão Ecológico,
sendo sua estrutura composta por seis empreendimentos localizados em seis estados
do país (RS, SC, PR, SP, CE e RO) Compreende desde o processo de plantação
e colheita do algodão ecológico, passando pelo processo de fiação
e tecelagem, até a confecção de roupas totalmente naturais.
O objetivo desta dissertação é analisar a Justa Trama sob
três aspectos: desenvolvimento local, gestãoDesenvolvimento Local,
gestão da Cadeia Produtiva como um todo e o processo de subjetividade dos
trabalhadores, e assim perceber como suas experiências propiciam alternativas
objetivas e subjetivas frente à lógica vigente de relações
e produção na esfera do trabalho. Metodologicamente, constituise
de um estudo de caso, cujos dados foram coletados através de entrevistas
semiestruturadas, observações de campo e preenchimento de diário
de campo. Os resultados apontam para a significativa contribuição
e potencialidade dessa experiência na busca de processos alternativos que
valorizem o trabalhador como protagonista da construção de novos
parâmetros produtivos e relacionais no mundo do trabalho.
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A
psicologia na transição paradigmática: um estudo sobre o
trabalho na Economia Solidária (Tese de Doutorado)
VERONESE,
Marília Veríssimo
A
tese discute o trabalho na perspectiva da economia solidária, analisando
as superações paradigmáticas que o campo propõe, as
vivências dos trabalhadores e trabalhadoras dos empreendimentos solidários,
a questão da subjetividade na contemporaneidade e da subjetividade ligada
aos processos laborais. Seus principais articuladores teóricos são
Boaventura de Souza Santos, com a proposição da ciência pós-moderna,
a transição paradigmática nas dimensões societal e
epistemológica, os conceitos sobre a subjetividade, a heterotopia, a sociologia
das ausências e das emergências, o campo do trabalho solidário,
a necessidade de construir a psicologia como uma teoria crítica, tendo
no topoi da emancipação horizonte importante; Fernando Gonzalez
Rey e Felix Guattari, com as teorizações acerca da subjetividade,
respectivamente compreendida como processo de produção simbólica
de sentidos e produção coletiva, histórica e social que assume
uma forma serializada na contemporaneidade capitalista; David Harvey, com as transformações
do mundo contemporâneo e do trabalho; Zygmunt Bauman, com a noção
de labirinto para representar o contemporâneo; Paul Singer, José
Luiz Coraggio e Luiz Inácio Gaiger, com a história e a atualidade
do campo da economia solidária; Euclides Mance, com a idéia de redes
solidárias. Os resultados apontam para as grandes dificuldades encontradas
pelos sujeitos que trabalham no empreendimento solidário. Embora identificados
com formas alternativas de viver e trabalhar, percebem o processo de apropriação
da autogestão como acima de suas forças; desejam diferenciar-se
dos modos de gestão capitalista, mas experimentam a tentativa como um labirinto
no qual se sentem desamparados e despreparados, autodepreciando-se e culpabilizando-se
pelas dificuldades. Os modos de produção de poder são vivenciados
como fixadores de fronteiras. Contudo, vislumbram possibilidades de recomeçar,
mostrando que o campo apresenta potencialidade emancipatória, em que o
coletivo permite a singularização de cada sujeito, que a partir
dele se constitui, emergindo da prática concreta e inserindo-se na transição
paradigmática. Mostra-se igualmente importante a participação
da psicologia no campo, contribuindo no processo coletivo de apropriação
dos modos de trabalhar solidários.
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Uma
andorinha sozinha não faz verão: relações de solidariedade
promotoras da liderança solidária compartilhada (Dissertação
de Mestrado)
SCHOLZ, Robinson Henrique
A
economia solidária está inserida no sistema econômico dominante,
ao mesmo tempo em que questiona seus pressupostos e práticas. Esta dissertação
tem como tema central a questão da liderança no contexto da economia
solidária, buscando uma compreensão do fenômeno por meio de
um estudo de casos múltiplos, realizado junto a três empreendimentos
econômicos solidários em três segmentos de atuação
diferenciados na cidade de São Leopoldo/RS. Os conceitos de economia solidária
e de liderança são abordados na pesquisa sob a perspectiva sociológica,
e os dados foram coletados com base na observação, análise
de corpus documental e entrevistas semiestruturadas. Para a análise dos
dados foi utilizada a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). As
conclusões apontam para a complexidade e as contradições
das lógicas de solidariedade existentes entre os atores sociais e a sua
importância no contexto dos empreendimentos, intentando o fortalecimento
das permutas sociais com vistas ao crescimento do indivíduo por meio da
aprendizagem coletiva
e cooperativa, possibilitando a prática da liderança solidária
compartilhada.
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A
ativação econômica dos pobres como via de combate às
desigualdades.
GAIGER, Luiz Inácio
Essa
comunicação retoma o debate sobre as vias de resolução
das desigualdades. Sustenta que as iniciativas com essa finalidade necessitam
conter medidas redistributivas da renda e visar à ativação
econômica dos setores empobrecidos, por ser a forma mais indicada para gerar
efeitos benéficos sobre a eqüidade e sobre o desenvolvimento social
e econômico. Buscando confrontar essa linha de entendimento com seus intentos
de implantação, o trabalho apóia-se em bibliografia e em
dados recenseados para examinar questões suscitadas em torno de dois modelos
de ação, distintos entre si como propostas de intervenção,
mas ambos direcionados à ativação das capacidades produtivas
dos setores economicamente desfavorecidos. De um lado, os programas convencionais
de apoio ao empreendedorismo de pequeno porte, direcionados ao desenvolvimento
de competências individuais, no contexto de pequenos negócios. De
outro lado, a via mais recente representada pela economia solidária, com
o surgimento de empreendimentos associativos e dos respectivos programas de apoio,
identificados com a metodologia das tecnologias sociais.
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Límites y posibilidades de alianzas progresivas en Rosário: las
relaciones entre movimientos sociales, organizaciones de la sociedad civil y poder
local en el espacio público y político municipal.
SCHÜTTZ, Gabriela D'Ávila
Este trabajo focaliza las relaciones de carácter político, establecidas
entre representantes de diferentes sectores de la sociedad, con el objetivo común
de transformarla. Se trata de identificar, describir y analizar los diferentes
tipos de relaciones entre movimientos sociales, organizaciones de la sociedad
civil y poder local en el espacio público y político municipal,
considerando sus limites y posibilidades, en lo que se refiere a la idea de un
colectivo potente conformado a partir de Alianzas Progresivas. Es decir, alianzas
entre diferentes sectores de la sociedad que en conjunto establezcan un proyecto
político consensuado de transformación en el orden social establecido,
basado en el desarrollo local desde la perspectiva de la economía social.
Se espera, a partir del análisis de las actuales relaciones políticas
entre estos actores, identificar los límites y posibilidades del desarrollo
de relaciones del tipo Alianzas Progresivas en la Ciudad de Rosario.
Argentina.
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De
Rochdale à Catende: le solidarisme économique des travailleurs dans
différents contextes et selon différents concepts
GAIGER, Luiz
Inácio.
Pendant 62 ans, les Équitables Pionniers de Rochdale ont su conjuguer leurs
principes et la faisabilité économique de leur organisation coopérative,
dont le nombre d'associés s'élévait à dix mille dans
sa période dorée. Il y a deux ans, le Conseil Wallon de l'Économie
Sociale, berceau d'une conception adoptée en Belgique, en Espagne et au
Québec, a célébré son 25e anniversaire, en insistant
toujours sur le caractère non capitaliste de ses organisations, la valeur
de l'éthique dans la conduite des affaires économiques et l'irréductibilité
de l'économie à la logique et aux entreprises de marché.
Au Nord, activistes et chercheurs soulignent l'élan solidaire de l'économie
sociale dans la période qui a suivi les années 80, en mettant l'accent
sur son essor de réciprocité, sa tendance à la création
démocratique d'espaces publics autonomes et sa présence au sein
des débats portant sur les enjeux de société, et ce à
l'échelle nationale et mondiale.
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Teoría
y practicas de la socioeconomia de la solidariedad. Alternativas a la globalización
capitalista
ARAGONE, Pablo A. Guerra
¿Cómo
explicar, en los actuales mercados, que una empresa rechace una propuesta concreta
para multiplicar su producción y sus correspondientes ingresos en el corto
plazo? ¿Cómo explicar, de acuerdo a las actuales lógicas
imperantes, que decenas de miles de ciudadanos de un país decidan organizarse
comunitariamente, aportando cada uno de acuerdo a sus posibilidades y recibiendo
de acuerdo a sus necesidades, sin que medie el principio de distribución
de acuerdo a la productividad de los factores? ¿Qué explicación
lógica tendríamos para el trabajo desinteresado de millones de jóvenes
y adultos, en el marco de una cultura que privilegia la satisfacción individual
de las necesidades? ¿Es razonable acaso, que los consumidores se unan para
pagar algunos productos por encima del precio de mercado, a cambio de ciertas
condiciones que dudosamente les beneficiarían directamente? ¿Es
razonable que algunas personas inviertan su dinero en bancos alternativos con
menores tasas de interés? ¿Cómo es posible que los sectores
más postergados del país con la mayor inequidad en la distribución
de los ingresos en el mundo (Brasil), se organicen para obtener tierras y hacerlas
producir?. ¿Es lógico, de acuerdo a los preceptos más divulgados
en la materia, que una unidad económica ponga frenos a su crecimiento,
atentando contra la manida maximización de las ganancias?. En fin, ¿cómo
podemos dar cuenta de innumerables experiencias de economías alternativas
y solidarias, en un mundo globalizado que parece cada día exacerbar más
los valores egoístas y de competitividad desenfrenada, sin caer en la tentación
de tildarlas como irracionales?
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A
economia solidária e a redução das desigualdes
ASSEBURG,
Hans & GAIGER, Luiz Inácio
A economia solidária
tem sido apontada como uma alternativa inovadora e eficaz de criação
de postos de trabalho, geração de renda e combate à pobreza.
Esse entendimento justifica a ação de inúmeras entidades
sociais e a multiplicação acelerada de políticas públicas
de apoio, da esfera municipal à federal, a exemplo dos programas de incubação
de empreendimentos. Este trabalho objetiva agregar elementos que fundamentem essa
expectativa, através do exame de evidências empíricas colhidas
em duas pesquisas sucessivas, realizadas sobre experiências exemplares da
economia solidária. Ao avaliar aqueles indicadores relacionados à
redução das desigualdades, faz um balanço dos benefícios
trazidos pelos empreendimentos solidários, bem como de suas dificuldades
e limites, no sentido de melhorar e equiparar as condições de vida
dos seus integrantes. Cotejando tais conclusões com outros estudos empíricos
e com o debate teórico e político sobre a natureza e as raízes
das desigualdades, procura dimensionar as virtudes da economia solidária,
em particular devido ao protagonismo econômico e social que propicia aos
trabalhadores, para que a sorte dos mesmos escape ao círculo de privação,
subalternidade e esquecimento que lhes reserva a ordem social dominante.
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Inovação Tecnológica em Empreendimentos
Autogestionários: Utopia ou Possibilidade?
AZEVEDO, Alessandra
Este artigo busca debater a possibilidade dos empreendimentos autogestionários
utilizarem estratégias de inovação tecnológica para
enfrentar o acirramento de concorrência. A associação entre
inovação tecnológica e autogestão ainda é um
tema recente no Brasil. Esse universo de empresas enfrenta muitos desafios: 1)
tiveram sua origem na falência de empresas "tradicionais" herdando
dívidas, 2) não existia uma cultura de estímulo a inovação;
3) falta de recursos para investimentos em pesquisa nem para modernização
da linha de produção. Além desses desafios estas empresas
ainda precisam implantar a autogestão internamente, baseada nos princípios
do cooperativismo e externamente "jogar" o jogo do capitalismo, buscando
de maneira ética ser competitivo.
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Moeda social e a circulação das riquezas
na economia solidária.
BÚRIGO, Fábio Luiz
O intuito do presente artigo é discutir o ressurgimento do debate
e do uso alternativo da moeda. Inicialmente procura-se resgatar brevemente o papel
do dinheiro e do sistema monetário único na sociedade capitalista.
O tópico seguinte destaca experiências de criação de
instrumentos monetários alternativos, sendo complementado com o relato
sobre as moedas paralelas, uma vez que elas se constituem num fenômeno bastante
comum, mesmo nos dias atuais. Dar-se-á especial destaque, na última
parte, aos clubes de troca da Argentina, que vem empregando a chamada "moeda
social".
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Economia Popular Solidária: uma alternativa à crise do mercado de
trabalho brasileiro nos anos 90
BARCELLOS, Ana Paula
Esta pesquisa
teve como objetivo geral, a verificação da Economia Popular e Solidária
como uma possível alternativa à crise do mercado de trabalho brasileiro
nos anos 90. Sendo assim, procurou-se descrever os principais conteúdos
que descrevem o mercado de trabalho contemporâneo, dando uma maior enfoque
ao brasileiro, mostrando suas mudanças quanto às relações
de trabalho. Após compreendido este tema, passou-se a analisar a Economia
Popular e Solidária, e sua atuação que vai além da
geração de emprego e renda. A pesquisa foi do tipo descritivo-analítica,
sendo que os dados foram coletados por meio de pesquisa bibliográfica e
analisadas de forma documental. Apesar da crise do mercado de trabalho apresentar
um quadro de complexo enfrentamento e dos desafios enfrentados pela EPS não
serem poucos, pôde-se concluir que esta economia pode ser considerada como
uma alternativa aos trabalhadores excluídos, desde que estes desfrutem
de uma ideologia de vida que permeie a colaboração, a cooperação
e a solidariedade.
(Monografia submetida ao Departamento de Ciências
Econômicas para obtenção do título de Bacharel em Ciências
Econômicas)
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Problematizando la economía solidaria y la globalización
alternativa
CORAGGIO, José Luis
En un espacio tan limitado
como el de esta ponencia, parece más importante problematizar que asentir,
sobre todo cuando hay una base de acuerdos tan fuertes como los que creemos tener.
Enfatizar los matices puede ayudar a precisar o explicitar y fortalecer las bases
de tal acuerdo global por otra economía y otra sociedad. Vamos, entonces,
a problematizar fraternalmente.
Dado que pueden haberse perdido en intercambio
previos, comenzamos retomando las notas (revisadas y ampliadas) que fueran presentadas
cuando se nos invitó a participar del taller "La economía solidaria:
hacia un modelo renovado de desarrollo".
En un espacio tan limitado como
el de esta ponencia, parece más importante problematizar que asentir, sobre
todo cuando hay una base de acuerdos tan fuertes como los que creemos tener. Enfatizar
los matices puede ayudar a precisar o explicitar y fortalecer las bases de tal
acuerdo global por otra economía y otra sociedad. Vamos, entonces, a problematizar
fraternalmente.
Dado que pueden haberse perdido en intercambio previos, comenzamos
retomando las notas (revisadas y ampliadas) que fueran presentadas cuando se nos
invitó a participar del taller "La economía solidaria: hacia
un modelo renovado de desarrollo".
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