Grupo de Pesquisa de Economia Solidária
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
UNISINOS

Geral

Esta seção é composta de textos de entrevistas, debates, depoimentos e outros, disponíveis para download.

Revista La Otra Economia - Revista Latinoamericana de Economía Social y Solidaria - por José Luis Coraggio e Luis Inácio Gaiger número 2
Acesse o link e tenha acesso aos textos da Revista Latinoamericana de Economia Social y Solidária da Riless http://www.riless.org/otraeconomia/
Para enviar artigos para publicação acesse o link http://www.riless.org/otraeconomia/convocatoria.html e veja quais as normas para publicação.

Revista Katalysis
- Volume 11, número 1 - Janeiro/Junho - 2008
Este exemplar trata das questões da Economia Solidária e Autogestão e traz um texto de Luiz Inácio Gaiger, intitulado A economia solidária e o valor das relações sociais vinculantes.
Acesse o link da revista:
http://www.katalysis.ufsc.br/

America Latina en Movimiento
- Março 2008
Publicação internacional da Agência Latinoamericana de Informação contendo textos de Luiz Inácio Gaiger e José Luiz Coraggio entre outros importantes autores da economia social e solidária. Inscrições e informações no site http://alainet.org


Cadernos IHU em formação sobre Economia Solidária - Uma proposta de organização econômica alternativa para o país
Ano 3 - Nº 22 - 2007

Este material pode ser encontrado no link: http://www.unisinos.br/ihu/

II Encuentro Latinoamericano - RILESS

La RILESS realizara su II Encuentro Internacional en el marco del *Congreso Latinoamericano y Caribeño de Ciencias Sociales*, que se llevará a cabo en conmemoración del aniversario de la Facultad FLACSO, del 29 al 31 de octubre de 2007 en Quito, Ecuador.

Como parte de las actividades del Congreso dentro del Eje Temático "Economía y Modelos de Desarrollo" se realizará un Panel sobre /"Economía Social y Solidaria: Visiones alternativas"/, del que
participarán /Paul Singer/, /Luiz Inacio Gaiger/ y /José Luis Coraggio/, todos miembros de la RILESS, con la coordinación de Juan Ponce Jarrín, el lunes 29 de octubre de 16:15hs. a 17:45hs. en la sala 203 de la torre 1 de FLACSO.
Por otra parte el día _/martes 30, de 8:30hs. a 11:45hs/_., en el AULA 104 del mismo edificio de FLACSO, se llevará a cabo el /*II Encuentro Internacional de la RILESS*/. El tema elegido en esta ocasión es: /"El papel del estado en la construcción de una economía social y solidaria"/. Habrá una mesa coordinada por /Luiz Inácio Gaiger/, con exposiciones a cargo de /Jeannette Sanchez/, Ministra de Inclusión Económica y Social del Ecuador, /Paul Singer/, Secretario de Economía Solidaria del Gobierno federal de Brasil, un funcionario (a confirmar) responsable de Políticas de Economía Popular Solidaria en Venezuela, y /José Luis Coraggio/ que se referirá a la política de Economía Social en
Argentina. Posteriormente se abrirá el debate para todos los presentes.

En ese mismo espacio será lanzado el número inicial de /*Otra Economía: revista latinoamericana de economía social y solidaria*/, nueva revista electrónica en la que han colaborado gran cantidad de investigadores de distintos países y que incluye los trabajos premiados del reciente concurso para investigadores noveles. Finalmente se departirá sobre las líneas de trabajo a seguir por la RILESS a futuro.

El evento está abierto a todos los interesados, especialmente a los miembros de RILESS que participen del Congreso.
*
Mayor información en:
http://www.congresoflacso50.org ou www.riless.org ou pelo e-mail riless@riless.org


Cartilha da Economia Solidária - A Economia Solidária no Rio Grande do Sul.
Resultados do Primeiro Mapeamento Nacional. A perspectiva dos Direitos Humanos

Hans Benno Asseburg e Cláudio Ogando

Pretendemos, através desta cartilha, informar os Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) e as Entidades de Apoio e Fomento à Economia Solidária (EAF) sobre a amplitude e diversidade da economia solidária no RS. Além disso, esta cartilha também tem como objetivo ser instrumento de articulação dos empreendimentos no RS. Constam neste volume dados, informações e contatos das co-executoras e incubadoras. Da mesma forma, apresentaremos alguns dados que podem ser relevantes aos setores públicos de apoio e às Comissões de Direitos Humanos.
A cartilha se divide em três partes. Na primeira parte, de caráter mais informativo, apresentaremos um conteúdo histórico conceitual. Partiremos de uma breve definição do que é a economia solidária, mostrando conceitos e princípios. Em seguida apresentaremos um breve histórico da economia solidária no RS, com uma abordagem desde a tradição associativista do estado até a consolidação das feiras e fóruns que hoje fazem parte da força dos empreendimentos.
Na segunda parte da cartilha apresentaremos alguns dados importantes do Rio Grande do Sul resultantes do mapeamento realizado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária - SENAES. Neste capítulo também serão apresentados alguns dados comparativos referentes as diferentes regiões do estado. Já na terceira parte, retomaremos alguns resultados do mapeamento e os submeteremos a uma breve análise sob o enfoque dos Direitos Humanos. Faremos um breve esboço da trajetória e do significado dos Direitos Humanos desde a Declaração Universal, em 1948, e perguntamos: Como se mostra a relação Economia Solidária e Direitos Humanos no RS? Os Direitos Humanos têm alguma incidência na potencialidade dos empreendimentos econômicos solidários em diminuir os níveis de desigualdade social?
(Para acessar o conteúdo integral da Cartilha clique com o botão direito no título acima e selecione 'Salvar destino como...').
 

IHU On-line Especial Economia Solidária - Julho de 2007

Para a edição desta semana, foi entrevistado Benedito (Bené) Anselmo Martins de Oliveira, coordenador nacional da Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares - ITCP’s, membro da coordenação nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária e do Conselho Nacional de Economia Solidária; a economista Maria Nezilda Culti, do Departamento de Economia da
Universidade Estadual de Maringá – UEM – e coordenadora do GT do Programa Nacional de Economia Solidária da Unitrabalho; o sociólogo uruguaio Pablo Guerra; o coordenador-geral de estudos da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) Roberto Marinho Alves da Silva; o assessor de grupos de reciclagem Roque Spies; a professora Vera Regina Schmitz, do IHU e que coordena
a Fase III do Mapeamento da Economia Solidária no Rio Grande do Sul; e a Irmã Lourdes Dill, coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança, desenvolvido pela Diocese de Santa Maria (RS), juntamente com a Cáritas Regional – RS.


Entidades e Instituições que desenvolvem trabalhos relacionados à Economia Popular Solidária

Devido à grande procura por apoio para se montar um empreendimento, divulgamos nesta seção contatos de fóruns regionais, entidades de apoio, incubadoras, instituições de crédito e outras instâncias de ajuda à Economia Solidária.



Economia Popular Solidária Solidária em Seminário - Uma conversa de Luiz Inácio Gaiger com o Conselho de Escolas de Trabalhadores

Registro das discussões sobre ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA havidas no SEMINÁRIO DO CONSELHO DE ESCOLAS DE TRABALHADORES, aos dias 12, 13 e 14 de outubro de 2000, no Colégio Assunção, em Santa Teresa, Rio de Janeiro - RJ.
Este seminário teveo objetivo de aprofundar no tema da Economia Solidária e possibilita uma exposição clara das questões sobre o tema.



Descrição de Experiências de Economia Popular Solidária

As experiências aqui apresentadas foram visitadas pela equipe da pesquisa: "Experiências de Geração de Renda: no Rumo de uma Economia Popular Solidária e Autogestão, Eficiência e Viabilidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários



Redes que tecem Democracia e Liberdade
Marcos Arruda


Quando o pescador estende sua rede no chão ou na água, ela se deita horizontalmente, espraiada para alcançar o espaço mais amplo que puder. Nenhum nó está acima dos outros, nem é mais importante do que os outros. Nenhum nó pode pensar os outros nós como competidores, adversários ou inimigos. Cada nó sabe que, fazendo parte da rede, está indissoluvelmente ligado a quatro nós ao seu redor, que por sua vez estão ligados cada um a quatro outros nós, numa progressão exponencial... para formar a rede. Portanto, cada nó tem consciência de sua responsabilidade por si próprio, pela sua ligação com os quatro nós seus vizinhos, e pela integridade da rede inteira. Cada nó sabe que é único e que os outros nós também são únicos. É esta diversidade de nós que forma a unidade da rede. Quando o pescador reflete sobre esta maravilhosamente simples complexidade, lágrimas de emoção escorrem dos seus olhos. Ele ama a rede, pois ela é obra dele, e é bela e eficaz. Ela reflete a maravilhosamente simples complexidade que ele é.

ECOCIDADES - Esboço de idéias-sementes para um Projeto de Desenvolvimento Urbano Integral
Marcos Arruda

Na EcoCidade a crescente personalização ocorre simultaneamente à crescente socialização, que consiste na partilha consciente dos bens e recursos disponíveis a fim de aumentar o bem-viver de cada um e de todos. Ambos estes processos se situam no contexto da integração harmônica e durável com o ecossistema em que vive cada cidadã/cidadão e a sociedade como um todo. Portanto, na EcoCidade estão dados os elementos que constituem o Socialismo Democrático.


Resenha: A outra economia, Antonio David Cattani (organizador), Porto Alegre: Veraz Editores, 2003, 306 páginas.
Reinaldo Gonçalves - Professor titular de Economia, UFRJ

A leitura de um bom livro agrega informação e conhecimento. É raro um livro técnico que, ademais, traga satisfação e nos "lave" a alma. Isso é exatamente o que acontece com a obra coletiva organizada por Antonio David Cattani. Um conjunto de 31 cientistas prepararam 41 verbetes sobre temas que tratam de uma "outra" economia que transcende as lógicas do mercado e do capital. Nesse conjunto há economistas, sociólogos, advogados, engenheiros, cientistas políticos, biólogos, educadores, filósofos e psicólogos. A interdisciplinaridade é, portanto, a característica marcante do livro. Essa interdisciplinaridade não impede, contudo, a identidade do livro, que é uma obra e não um coletânea de textos.


Governo Lula e Economia Solidária - Desenvolvimento Sustentável, Geração de Trabalho e Renda e Erradicação da Fome
Euclides André Mance


Este texto está dividido em quatro partes, totalmente resumidas. Na primeira, contextualizamos o significado da economia solidária na disputa de hegemonia aberta pelo Governo Lula e sua relação com o combate à fome. Na segunda apresentamos as idéias básicas de uma proposta de desenvolvimento sustentável, que articula o crescimento do consumo e da produção, sob a lógica da economia solidária. Na terceira apresentamos uma síntese dos programas, objetivos, ações, instrumentos previstos, execução e gestão. Na quarta parte salientamos as interfaces entre ações do Programa Fome Zero e políticas de geração de trabalho e renda.


Seminário Economia Popular Soliária no Fórum Social Mundial

Contribuição do GT de Economia Solidária para o lançamento do debate sobre Economia Solidária, que constitui um dos cinco primeiros temas da primeira parte do FSM, intitulada "Produção das riquezas e reprodução social". A questão-chave a debater na Conferência e Seminário sobre Economia Solidária consiste no seguinte: a Economia Solidária está orientada apenas a mitigar os problemas sociais gerados pela globalização neoliberal, ou tem a vocação de constituir o fundamento de uma globalização humanizadora, de um desenvolvimento sustentável, socialmente justo e voltado para a satisfação das necessidades básicas de cada um e de todos os cidadãos da Terra?

Nós que combatíamos tanto: A Economia Política da Cidadania.
Francisco de Oliveira


Seria hipocrisia, sob a aparência de imperturbalidade científica, não agradecer a homenagem que meus colegas, que fazem a Sociedade Brasileira de Economia Política, me prestam neste momento, nesta reunião. Aumentaria apenas a hipocrisia dizer que não mereço, que meu trabalho é insignificante, desculpas que muitos exprimem para aumentar a visibilidade da própria homenagem que recebem. Meu caso é diferente: encontro-me entre aqueles que livraram o bom combate nas épocas duras - que não foram únicas ao longo dos últimos 40 anos da história brasileira - e que ajudaram, com sua resistência, inventividade teórica e compromisso cidadão, a afastar a noite do terror físico, cultural e ideológico que se abateu sobre o país nos dias da ditadura. Talvez importe menos a qualidade do que fizemos e tenha importado mais a disposição de abrir novas pistas para a compreensão de nossos problemas. Estive entre eles, o que muito me honra e, para repetir o velho chavão, estaria de novo e de uma outra vez - que espero não seja necessária - me esforçaria para fazer melhor...


Economia Solidária: É possível sair da fase de experimentação.
Aline Archimbaud


A recente criação na França de uma Secretaria de Estado da Economia Solidária é um imenso estímulo para milhares de militantes e é o reconhecimento político de mais de 15 anos de esforços da sociedade civil. Esta decisão também irá contribuir para dar mais visibilidade à economia solidária diante da opinião pública. Ela suscita muitas esperanças e deve representar um apoio às realizações da economia solidária nos planos legislativo e financeiro. A criação desta Secretaria também contribui para o reconhecimento de novas profissões, de novas carreiras e novas formações que emergem graças a essas iniciativas, reforçando consideravelmente a perspectiva de se passar da fase de experimentação a ensaios de grande escala, cuja dimensão corresponda a dos desafios impostos por nossa sociedade. Felizmente, não existem estados-maiores ou igrejas que possam atribuir a quem quer que seja medalhas, patentes, ou até rótulos de cidadania ou de economia solidária. Entretanto, uma observação sistemática deste movimento faz surgirem alguns traços comuns - não ouso falar em critérios - que o distinguem ou o especificam.


Economia Solidária no Fórum Social Mundial.
José L. Moraes


Entre os múltiplos temas abordados no Fórum Social Mundial, muitos se destacaram pelo caráter inovador e propositivo. Um deles foi o tema da Economia Popular Solidária, discutida durante dois dias, numa oficina acompanhada por mais de 700 pessoas que lotaram uma das salas principais do evento. A grande participação do público é um indicativo de que cada vez mais trabalhadores se lançam a empreendimentos solidários como fonte de sobrevivência e demonstra também o crescente envolvimento de ongs, universidades, associações, sindicatos e movimentos populares, que apoiam e fortalecem essas iniciativas solidárias. Se não estamos diante de um modelo de desenvolvimento econômico, - que pelo rigor teórico da ciência econômica requer formulações mais completas e acabadas sobre o conjunto da economia - é certo que o tema revela a expectativa por um modo de produção que preserve o direito ao trabalho e uma justa divisão da renda.


Brésil: le boom de le'économie solidaire
Thomas Coutrot


Mouvements sociaux urbains et ruraux, syndicats, municipalités ou régions aux mains du PT, universités, ONG, autorités religieuses : les acteurs du développement de « l'économie solidaire et populaire » sont nombreux au Brésil. Une dynamique puissante est en train d'émerger, non seulement au Rio Grande do Sul (l'Etat le plus méridional et le plus politisé du Brésil) mais aussi dans tout le pays, qui ne vise rien moins qu'à offrir une « solution non capitaliste au chômage.


Comunicação Comunitária: uma alavanca para a Sócioeconomia Solidária
Neusa Ribeiro


Pensar um novo processo de comunicação em que o ser humano se aproprie das técnicas e construa a partir de suas vivências, coletivamente com os seus parceiros, novos modelos e sistemas de divulgação de seus meios de produção também deve ser fator de discussão entre os debates que envolvem a sócioeconomia solidária. Mais do que nunca o domínio dos diversos setores de produção, que gera riqueza e que mantém os grandes grupos empresariais com o poder da comunicação do mundo, nas mãos, tem colocado, ao longo dos últimos 50 anos, o cidadão comum, aquele que efetivamente é o produtor dos bens de capital, cada vez mais distante desse domínio, subjugado aos interesses desses grupos, e sendo tratado apenas como um elemento a mais na manipulação da informação.



Novos referenciais para a autogestão e a solidariedade
José L. Moraes


O Governo Democrático e Popular do Rio Grande do Sul tem a responsabilidade, depositada por amplos setores da sociedade, de construir um governo regional que combine a democracia representativa com a democracia participativa, permitindo que a população gaúcha possa incidir nas decisões de governo. Com este processo de controle público, é possível colocar o Estado a serviço dos cidadãos e cidadãs, resgatando a dignidade daqueles que estão à margem da sociedade, sem direito ao trabalho, sem poder gerar o sustento de seus filhos, muito menos ter acesso a direitos básicos como moradia, educação, saúde e cultura.


Economia Solidária: Similia, similibus curentur
Armando de Melo Lisboa


Vivemos tempos de profunda mudança civilizatória, cujos resultados são incertos. A emergência e o reconhecimento da Economia Solidária (ES) em diversas regiões do planeta são sinais desta grande transformação.


Sindicalismo e Economia Solidária: reflexões sobre o projeto da CUT
Reginaldo Sales Magalhães e Remígio Todeschini


O crescente desemprego, as transformações no mercado de trabalho e as transformações na própria organização econômica no Brasil e no mundo estão desencadeando um forte processo de expansão de novas formas de organização do trabalho e da produção. Um grande número de experiências coletivas de trabalho e produção estão se disseminando em todo o País. São diversas formas de cooperativas de produção, de serviços, de crédito e de consumo, associações de produtores, empresas em regime de autogestão, bancos comunitários e diversas organizações populares, no campo e na cidade, que conformam em seu conjunto a chamada Economia Solidária.


A união faz a força: crise crônica no país fortalece economia solidária
Imaculada Lopez

Solidariedade é um sentimento que se manifesta em tempos de crise. E como na vida do brasileiro os temas educação, saúde, habitação e, principalmente, mercado de trabalho são eternos sinônimos de crise, para melhor enfrentá-la as pessoas têm percebido que é preciso se unir. É dessa conjunção de forças que se alimenta a chamada "economia solidária", que aos poucos vem ganhando corpo em todo o país. Na luta pela sobrevivência, novas relações de trabalho vêm surgindo na própria comunidade: mulheres chefes de família que nunca tiveram carteira assinada se juntam numa associação; operários experientes de uma empresa à beira da falência decidem assumir juntos a gestão do negócio; jovens que não conseguem o primeiro trabalho encontram oportunidade numa cooperativa.


Só dá para entender Economia Solidária como um projeto em sociedade.
Gonçalo Guimarães


Na verdade, está havendo uma formulação sobre uma realidade. Estão se desenvolvendo várias ações, as quais, a meu ver, começam na década de 70, ligadas a organizações populares, à sobrevivência. Está-se tentando dar uma identidade maior aos projetos relacionados a estas ações, traçando-lhes um outro perfil, um caráter mais político. São ações que nasceram numa perspectiva de sobrevivência da economia - o que as difere de outras ações. É com mutirão que se trabalha, seja para moradia, seja para agricultura. A economia solidária é uma releitura desses fenômenos que estão ocorrendo, assessorados ou espontâneos, que ocorrem numa perspectiva muito de sobrevivência - de vida, de dignidade, de não-marginalização - em diversas partes do País.



Economia Social e Economia Solidária: álibi ou alternativa ao neoliberalismo?

Jean-Loup Montchane


Vistas como um objeto não identificado na sociedade capitalista, financiadoras de ações militantes mas adaptadas ao sistema, as grandes empresas da economia social estão diante de um impasse. Ou se integram na construção de um projeto alternativo ou tendem a se diluir na economia de mercado.

 

 
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